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http://oglobo.globo.com/pais/mat/2010/10/20/serra-atingido-durante-conflito-de-militantes-do-psdb-pt-no-rio-922827834.asp

http://g1.globo.com/especiais/eleicoes-2010/noticia/2010/10/medico-de-serra-diz-que-recomendou-repouso-de-24-hrs-apos-agressao.html

http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=139722&id_secao=1



Reportagem em Passo do Sobrado e Venâncio Aires, onde o técnico da seleção brasileira, Mano Menezes, começou sua carreira como jogador e treinador.

Os textos, aqui.

Entrevista com Jorge Fossati, em Montevidéu, no dia da semifinal entre Holanda e Uruguai pela Copa do Mundo.

07/07/2010

São alheias ao futebol as maiores preocupações do uruguaio Jorge Fossati pouco mais de um mês depois de deixar o cargo de técnico do Internacional. De abrigo esportivo, na companhia da família, o treinador anda às voltas com o funcionário de uma empresa de telecomunicações que vem instalar internet em seu apartamento em frente à Praia Pocitos, em Montevidéu. Na mesa de centro, repousa um sanduíche recém preparado. Futebol, por enquanto, só na enorme televisão de LCD.

Fossati recebeu o UOL Esporte em seu apartamento em Montevidéu nesta terça-feira, antes da partida do Uruguai contra a Holanda. Em quase uma hora de entrevista, o ex-treinador colorado falou da seleção uruguaia, a qual treinou entre 2004 e 2006, de seu futuro como técnico e, claro, sobre o Internacional.

O resto, aqui.

Minha ideia sempre foi usar este espaço para publicar alguns materiais profissionais e acadêmicos, mas a falta de organização pessoal me faz atualizar o blog a cada solstício. Estou fazendo mais uma tentativa agora. Abaixo, algumas reportagens recentes sobre futebol, publicadas no UOL Esporte. A seguir, uma entrevista que a jornalista Candice Cresqui fez comigo, sobre minha dissertação (que pode ser baixada ali do lado).  Continuar Lendo »

Aeroporto Salgado Filho, Porto Alegre, manhã de sábado, 1º de maio de 2010. No saguão do lotado de adolescentes histéricos, um grupo ampara uma menina que chora aos soluços:

“Quem está chegando aí?”, pergunta o repórter, desorientado. Continuar Lendo »

“Parece que está começando um torneiozinho lá na África”, desdenhava o jornalista Ernani Campello enquanto comemorava a vitória do seu Cruzeiro de Porto Alegre diante do São Paulo de Rio Grande. Na véspera do início da Copa do Mundo, nada era mais importante do que a fase final da Segundona Gaúcha para os pouco mais de 500 torcedores que foram ao estádio Estrelão, na zona norte de Porto Alegre.

Esse causo continua aqui.

É no areião encharcado pela chuva em um parque municipal de Porto Alegre que 25 garotos pobres, quase todos sem nenhuma passagem pelo futebol profissional, se preparam para o maior desafio das suas vidas: enfrentar a Portuguesa pela Copa do Brasil, representando um time do outro lado do país. Continuar Lendo »

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Sinal fechado para a esquerda?

Após fechar um acordo com o Brasil sobre a energia da binacional Itaipu, o presidente do Paraguai, Fernando Lugo, fez um pronunciamento solene em frente ao Palácio de Governo. Era 25 de julho. Com menos de um ano de negociações, o país chegava a um acordo esperado há três décadas. Mas a referência ao passado mirava o futuro: próximo de completar os primeiros doze meses na presidência, Lugo recuperava fôlego, calava críticas e abria uma nova etapa para o seu até então fragilizado governo. Continuar Lendo »

Manhã de sábado, 1º de agosto, na capital do Paraguai. A esquina das avenidas Artigas e Santíssima Trinidad, no tradicional bairro de Trinidad, está fechada para o trânsito. Há um palco, centenas de cadeiras no meio da pista. Aos poucos, os vizinhos vão chegando. Crianças de uma escola da comunidade descem a rua em marcha, integrantes de uma organização de meninos de rua também. Caminhões de bombeiro se posicionam ao redor das pessoas. Estão presentes integrantes de partidos políticos, militantes de direitos humanos, dirigentes camponeses. Artistas amadores se revezam no palco, montado em frente ao que sobrou do supermercado Ycuá Bolaños. Continuar Lendo »

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Escorada pelo braço, na janela da casa de pau-a-pique, a velha alerta quem se aproxima: “Aqui, me pagam 20 pesos para que eu conte algumas mentiras”. É outubro, mês que traz o maior número de estrangeiros para La Higuera, povoado ao sudeste da Bolívia, pertencente ao município de Pucará, departamento de Santa Cruz de la Sierra, onde há 40 anos um barbudo de nome Ernesto Che Guevara morria para transformar a vida dos seus 76 habitantes neste início de século 21. Continuar Lendo »

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